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JÓIAS E PEDRAS PRECIOSAS

A arte de produzir sonhos e desejos.

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JÓIAS E PEDRAS PRECIOSAS

JÓIAS E GEMAS

A Jóia desde a antiguidade é uma adereço feito com metais e pedras preciosas ou semi, para ser usada por nobres e plebeus desde que ambos tenham dinheiro e segurança, para presentear entes queridos ou pretensas conquistas. O importante em uma jóia não é a quantidade ou peso, mas o design que faz a jóia valer mais que seu peso. O Brasil e muitos paises do terceiro mundo ainda detém grandes reservas de metais e gemas em seus subsolos, e os paises ricos concentram em seus cofres os metais e gemas já extraídos no mundo todo.

LAPIDAÇÃO
Desde a antiguidade, as pedras eram polidas para aumentar seu brilho e ressaltar a sua transparência. As lapidações só começaram a aparecer por volta de 1400, na Índia. Existem, basicamente, dois tipos de lapidações: a facetada e a lisa. A lapidação facetada é dada às pedras transparentes pois além de aumentar o seu brilho pode, em alguns casos, proporcionar um jogo de cores na pedra. A lapidação lisa consiste na chamada lapidação cabochão ou ainda na lapidação plana utilizada nas pedras opacas ou de pouco brilho. Tipos de lapidação:  Lapidação Brilhante; Lapidação Esmeralda;   
Lapidação Navete;  Lapidação dos Diamantes.

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VIDRO
Para conhecer um pouco da história do vidro que entre suas variedades abriga um tipo a que comumente chamamos de cristal segue uma breve explicação deste material que além dos artefatos que conhecemos são amplamente utilizados na fabricação de peças de bijuteria. O Vidro é um material transparente ou translúcido, liso e brilhante, duro e frágil, feito da mistura de sílica com menor proporção de álcali, à qual se acrescenta cal ou outro agente endurecedor e redutor da temperatura de fusão. Transparente caracteriza-se pela isotropia, isto é, apresenta as mesmas propriedades físicas em todas as direções.  Há muitos tipos de vidro, com diferentes composições químicas e qualidades físicas, mas todos têm uma característica em comum, podem facilmente ser quebrados por golpe ou choque. Os ingredientes básicos na composição do vidro são a sílica ou óxido de silício (SiO2), obtida principalmente da areia branca pura, e álcalis (sendo o principal carbonato de sódio, sulfato de sódio e a cal extinta). Os vidros coloridos se obtêm com a adição de manganês, cobalto, ferro, níquel, natimônio e outros componentes metálicos. O que de fato deve ser chamado de cristal são as pedras preciosas em geral por serem cristais diáfanos e duros, suscetíveis de corte e polimentos sendo que as mais conhecidas são: o diamante, o rubi, a esmeralda o topázio e a safira, usadas na fabricação de jóias. O material que conhecemos como cristal é na verdade é vidro feito à base de chumbo e alcalis.Os mais antigos objetos conhecidos de vidro são contas egípcias de 2500 a.C., e vasos de barro vidrados com desenhos coloridos. Por volta de 1500 a.C., artesãos egípcios coloriam um tipo de vidro com óxidos metálicos. No século I a.C., os sírios sopravam o vidro para criar objetos de todo feitio e esta técnica também foi aperfeiçoada pelos egípcios. Na época helenística os frascos egípcios de vidro imitavam as formas de cerâmica. A Alexandria adquiriu fama pelos objetos de vidro ricamente decorados na técnica millefiori. Conhecido em Roma desde o tempo de Nero, o vidro propagou-se naquele império e quase todas as formas de fabricação seguiam o estilo helenístico. Com queda do império, a arte do vidro foi varrida da Europa por algum tempo, tendo seu ressurgimento timidamente a partir do século VI na Renânia e na Gália. A vidraria desenvolveu-se nesta época principalmente na Síria e no Egito. Os artesãos egípcios-árabes passaram a pintar o vidro com verniz metálico e os sírios desenvolveram fórmulas de esmaltes vítreos com chumbo. A partir do século XIII na ilha de Murano (Itália) a vidraria desenvolveu-se, o local foi apropriado para que se conservasse o segredo de sua fabricação, mas não por muito tempo como veremos a seguir. Em meados do século XV foi fabricado o cristallo, semelhante ao cristal de rocha, mas cheio de bolhas, porém este processo foi aperfeiçoado para a fabricação de taças. Artesãos de Veneza estabelecidos em Antuérpia criaram uma vidraria com técnica veneziana na qual era quase impossível distinguir as peças lá produzidas com as peças feitas em Murano. * Na Silésia e na Boêmia a arte do vidro aperfeiçoou-se desta vez produzindo um novo cristal feito de quartzo, potassa e sal de cozinha, cuja resistência e clareza eram apropriadas para gravura a cobre e abrasivos. No século XVIII, surgiu um novo tipo de vidro, branco, opaco pintado a maneira semelhante à porcelana. Importantes avanços técnicos são observados no século seguinte juntamente com a passagem para produção mecânica em massa. O século XX com a Dinamarca, Finlândia e Suécia na vanguarda somando-se aos desenhistas da Europa e América levaram a altos níveis a indústria do vidro. Juntamente com a produção em série e vidro passou a participar da arquitetura, construção civil, decoração, obras artísticas, bijuteria, adicionando brilho e beleza e arte a existência humana.

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